Receita Federal apreende 13,4 kg de cocaína no complexo portuário de Itajaí e Navegantes
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Droga estava escondida na estrutura de um contêiner de frango que tinha como destino o Porto de Las Palmas, na Espanha. Operação ocorreu na quarta-feira (22).
Na última quarta-feira (22), a Receita Federal reteve 13,4 quilos de cocaína em um terminal privado localizado no complexo portuário de Itajaí e Navegantes, no Litoral Norte de Santa Catarina. De acordo com o órgão, a ação é resultado de monitoramento contínuo e trabalho de inteligência aduaneira.
A droga, distribuída em 12 tabletes, foi localizada com o auxílio de equipamentos de escaneamento.
Os entorpecentes estavam ocultos na máquina evaporadora de um contêiner refrigerado (reefer) que transportava uma carga lícita de peito de frango. O destino final do equipamento era o Porto de Las Palmas, na Espanha.
Rota visada pelo tráfico
Segundo a Receita Federal, o Porto de Las Palmas atua como um importante polo logístico de entrada para a Europa. Apenas neste ano, a instituição já havia interceptado outras duas remessas de entorpecentes com o mesmo destino, ambas no Porto de Paranaguá, no Paraná: a primeira em fevereiro, com 36 quilos de cocaína em um contêiner refrigerado, e a segunda em março, totalizando 226 quilos da droga escondidos em vigas de madeira.
Apreensões em Santa Catarina
A ocorrência desta quarta-feira marca a quarta operação do ano em que servidores da Receita Federal interceptam drogas nos portos catarinenses. O histórico recente inclui a retenção de 69 quilos de cocaína no mês de março, além de duas outras operações realizadas em abril, que resultaram na apreensão de 28 quilos da droga e de 1,6 tonelada de pellets de madeira contaminados com o entorpecente.
Após a extração no terminal, a cocaína apreendida foi encaminhada à polícia judiciária competente, que dará prosseguimento às investigações para identificar os responsáveis pelo envio.
Em comunicado, a Receita Federal reiterou seu compromisso no combate ao tráfico internacional de drogas, ao contrabando e ao descaminho. O órgão destacou que essas operações são fundamentais para a proteção da saúde pública, para a segurança das fronteiras brasileiras e para o fortalecimento da economia nacional.





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