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Operação “Artérias” mira organização criminosa e cumpre prisões e apreensões no Norte de Santa Catarina

  • joinvilleinformaco
  • 17 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura


Na manhã desta quarta-feira (17/12), o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), em apoio à 39ª Promotoria de Justiça da Comarca da Capital, deflagrou a Operação “Artérias”. A ação tem como objetivo desarticular uma organização criminosa com atuação em Santa Catarina, por meio da prisão de integrantes, apreensão de veículos e bloqueio de ativos financeiros.


Ao todo, foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão preventiva contra suspeitos de integrarem o grupo criminoso. As ordens judiciais foram expedidas pela Vara Estadual de Organizações Criminosas e incluem, além das prisões, a apreensão de veículos adquiridos com recursos ilícitos e o congelamento de bens relacionados à lavagem de dinheiro.


Durante o cumprimento dos mandados, as equipes também registraram duas prisões em flagrante: uma por posse ilegal de arma de fogo e outra por posse de drogas e munições.


As diligências ocorreram de forma simultânea nos municípios de Joinville, Jaraguá do Sul, Schroeder e São Francisco do Sul. A operação mobilizou um efetivo de 109 agentes, incluindo dois membros do MPSC, 42 integrantes do GAECO, 11 policiais penais, 40 policiais militares, 10 policiais civis e cinco bombeiros militares, além de ações realizadas em unidades prisionais.


Segundo o Ministério Público, a Operação “Artérias” busca enfraquecer a estrutura da organização criminosa, com foco na apreensão de drogas, armas, documentos e outros materiais que comprovem as atividades ilegais, suas ramificações e a forma de atuação no Norte do Estado. Outro eixo central da investigação é o sufocamento financeiro do grupo, que utilizaria “laranjas” para ocultar bens e valores de origem criminosa, dificultando o rastreamento por parte das autoridades.


Os materiais apreendidos e os investigados presos permanecem à disposição da Justiça, enquanto as investigações seguem para aprofundar a identificação de outros envolvidos e possíveis desdobramentos da organização criminosa.


 
 
 

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