MPSC solicita exumação do cão "Orelha" e novas diligências sobre o caso da Praia Brava
- 11 de fev.
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O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) deu um novo passo nas investigações sobre o caso que envolve cães na Praia Brava, na Capital. No final da tarde de segunda-feira (9/2), as 2ª e 10ª Promotorias de Justiça da Capital protocolaram um pedido junto ao Judiciário para a realização de diligências complementares, incluindo a exumação do corpo do cachorro conhecido como Orelha.
A medida foi solicitada após análise detalhada do inquérito policial e dos Boletins de Ocorrência. O objetivo é aprofundar a apuração dos fatos para garantir o rigor técnico do processo antes de qualquer eventual denúncia.
Pontos centrais da requisição:
• Exumação e Perícia: A 10ª Promotoria de Justiça (Infância e Juventude) requereu a exumação para a realização de uma perícia direta, visando determinar com precisão a causa da morte do animal.
• Investigação de Coação: A 2ª Promotoria de Justiça (Criminal) apura se houve coação no curso do processo e solicitou novos depoimentos de testemunhas e envolvidos.
• Sigilo Processual: O Ministério Público manifestou-se favoravelmente ao restabelecimento do sigilo dos autos, devido ao envolvimento indireto de adolescentes em procedimentos conexos.
• Assistência de Acusação: No momento, o MPSC afirmou que não cabe a habilitação de assistentes de acusação, uma vez que o caso ainda se encontra em fase de investigação e não houve o ajuizamento de ação penal.
As autoridades estabeleceram um prazo de 20 dias para o cumprimento das novas diligências. Somente após a conclusão desta fase e a análise dos novos laudos e depoimentos, as Promotorias de Justiça decidirão quais providências legais serão adotadas.






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