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Escola Pública de Trânsito realiza simulado de acidente para alunos de escola do bairro Vila Nova

  • joinvilleinformaco
  • 13 de nov. de 2025
  • 2 min de leitura


A Escola Pública de Trânsito (Eptran) da Prefeitura de Joinville realizou um simulado de acidente de trânsito na Escola Municipal Professora Karin Barkemeyer, no bairro Vila Nova, na manhã desta quinta-feira (13/11). A iniciativa marca o Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes de Trânsito.


O evento com a participação dos alunos do oitavo e nono anos da escola simulou o atropelamento de um aluno por um veículo e o atendimento prestado pelo Corpo de Bombeiros Voluntários de Joinville, com uso de um caminhão e uma ambulância.


“Esse é o trabalho mais importante que o Departamento de Trânsito faz, o de prevenção. Afinal, a segurança no trânsito é uma responsabilidade de todos e quando a gente traz a consciência aos nossos jovens, aumentamos a segurança. Eu, como bombeiro voluntário, já vi muita tragédia acontecer nas ruas e muitas por falta de responsabilidade. Então, a consciência é fundamental e a prevenção é muito importante”, afirma o prefeito de Joinville Adriano Silva.


No simulado, os alunos aprenderam que a vítima do acidente deve ficar imóvel até a chegada dos bombeiros, que irão prestar os primeiros socorros e comunicar aos socorristas da ambulância sobre o estado da vítima.


“A ideia é que os alunos possam ver, na prática, como um acidentado fica e como podem auxiliar nesse momento. O objetivo é que os alunos entendam como devem se manter seguros no trânsito, no caminho de casa para a escola e da escola para casa”, explica Douglas Macali, gerente da Escola Pública de Trânsito do Departamento de Trânsito (Detrans).


Segundo o bombeiro voluntário Laelson Júnior, o simulado também conscientiza as crianças e adolescentes sobre o quanto é prejudicial passar trotes para o Corpo de Bombeiros Voluntários.


“O simulado mostra a quantidade de viaturas e pessoas mobilizadas numa ocorrência dessas. Então, eles têm uma noção do quanto um trote prejudica o nosso trabalho”, aponta Laelson.


Para a aluna Yohana Lais da Rosa, do oitavo ano, o simulado foi muito instrutivo. “Aprendi que, primeiro de tudo, é preciso sempre ter atenção no trânsito, tanto se você estiver dirigindo como se você estiver só atravessando a rua. Mas, caso aconteça um atropelamento, a gente não pode tocar no corpo da pessoa, e sim chamar os bombeiros, pelo 193. E sempre manter a calma, nunca se desesperar porque os bombeiros vão fazer o máximo para ajudar a vítima”, diz Yohana.


O simulado contou também com o depoimento do cadeirante Alexandre Cesar de Souza, vítima da imprudência de um motorista, mostrando aos alunos a consequência de um ato de irresponsabilidade no trânsito.


“Até os anos 2000, eu tinha 13 anos e era como vocês. Eu brincava, eu corria, eu vinha pra escola caminhando. A falta de atenção de uma pessoa no trânsito mudou a minha vida e a vida de muita gente. A gente estava indo viajar, um caminhoneiro fechou o carro que eu estava, o carro foi para contramão e bateu de frente com uma carreta. Eu com 13 anos fiquei na cadeira de rodas e muito mais que isso: eu perdi o meu pai, eu perdi a minha mãe e eu perdi o meu irmão. Um segundo de desatenção, seja aqui na cidade ou na rodovia, pode fazer toda a diferença na vida de vocês e de outras pessoas”, ensina Alexandre.

 
 
 

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