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Operação da Polícia Civil apreende R$ 2,3 milhões em produtos contrafeitos em Santa Catarina

  • 2 de fev.
  • 2 min de leitura
( Imagem: PCSC)
( Imagem: PCSC)

Ação coordenada pela DEIC resultou na apreensão de 45 mil itens e na interceptação de caminhões em três municípios catarinenses.


A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Investigação de Crimes Ambientais e Crimes contra as Relações de Consumo (DCAC/DEIC), deflagrou entre os dias 28 e 29 de janeiro de 2026 uma operação de combate à pirataria. A ofensiva resultou na apreensão de aproximadamente 45 mil itens contrafeitos, com valor de mercado estimado em R$ 2,3 milhões.


A investigação, que monitorava redes de lojas do modelo "outlets" especializadas em vestuário, permitiu o mapeamento da estrutura de distribuição desses grupos no estado.


Detalhes da operação e frentes de atuação

A ofensiva policial ocorreu de forma simultânea em três municípios. No dia 28 de janeiro, as equipes realizaram fiscalizações em dois estabelecimentos no centro de Jaraguá do Sul. No dia seguinte, 29, a operação estendeu-se a uma loja em Biguaçu, na Grande Florianópolis.


Além das vistorias nos pontos de venda, o trabalho de inteligência permitiu a interceptação de dois caminhões carregados com mercadorias falsificadas. Os veículos foram abordados em Jaraguá do Sul e São José, impedindo que a carga chegasse aos postos de comercialização.


Itens apreendidos e marcas afetadas

O balanço das apreensões inclui uma ampla variedade de mercadorias, como:

• Calçados e vestuário;

• Perfumes e acessórios;

• Relógios e bonés.


Os produtos ostentavam marcas de renome internacional, como Nike, Adidas, Emporio Armani, Lacoste e Tommy Hilfiger. Durante a ação, os policiais também recolheram equipamentos eletrônicos e documentos que servirão como base para o aprofundamento das investigações.


Impacto econômico e institucional

Segundo a Polícia Civil, a comercialização de produtos piratas gera prejuízos diretos à economia formal, afetando a arrecadação de tributos e prejudicando a concorrência leal. Há também um alerta quanto à segurança do consumidor, uma vez que itens falsificados não passam pelos controles de qualidade exigidos por lei.


A operação foi realizada em regime de força-tarefa, envolvendo:

• Conselho Estadual de Combate à Pirataria (CECOP);

PROCON Estadual e Municipal (Jaraguá do Sul);

Receita Estadual e representantes das marcas afetadas;

• Apoio operacional da Polícia Militar de Jaraguá do Sul.


Próximas etapas

Os responsáveis pelas redes investigadas deverão responder por crimes contra a propriedade imaterial, contra as relações de consumo, contra a ordem tributária e associação criminosa. O material apreendido será periciado para instruir os processos judiciais.

 
 
 

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